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» Após marcha a Brasília, centrais indicam nova greve geral em junho

Movimento defende a continuidade das mobilizações contra Temer e as reformas da Previdência e trabalhista

Centrais sindicais decidiram dar continuidade à luta contra as reformas da Previdência e trabalhista e pelo fim do governo de Michel Temer (PMDB) com um novo calendário de mobilizações, o que inclui indicativo de greve geral dos trabalhadores entre os dias 26 e 30 de junho.

A data exata da paralisação ficou de ser definida na próxima reunião, prevista para a primeira semana de junho. A decisão levará em conta o ritmo da tramitação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), anunciou que pretende pautar a PEC 287/2016 no Plenário, referente à Previdência, entre os dias 5 e 10 de junho, mas na prática isso segue indefinido.

Mobilização nos estados

O indicativo de uma nova greve geral saiu cinco dias após a marcha que levou à Esplanada dos Ministérios, em Brasília, mais de cem mil trabalhadores e estudantes contra as reformas e o governo. As centrais avaliam que em torno de 150 mil pessoas estiveram na capital federal, a Secretaria de Segurança do Distrito Federal fala em 35 mil, número  nitidamente irreal, e há quem aponte para perto de 200 mil participantes. Servidores do Judiciário Federal e do MPU participaram da manifestação no Distrito Federal, também convocada pela Fenajufe e sindicatos da categoria.

O calendário aprovado por consenso entre as centrais não aponta datas específicas para as atividades a serem realizadas até a semana indicada para a greve geral. Mas prevê mobilizações nos estados, com atos nos aeroportos para pressionar parlamentares, ida aos locais de trabalho, praças públicas, escolas, universidades e ao Congresso Nacional. Também se definiu pela confecção de um segundo jornal conjunto, de quatro páginas tabloides, para ser distribuído à população.

Repúdio à repressão

A violência policial contra os manifestantes em Brasília foi repudiada pelos representantes das centrais. Há feridos ainda nos hospitais, entre eles um rapaz que perdeu parte da mão no enfrentamento contra a repressão e um aposentado que levou um tiro de bala letal no rosto e encontra-se no Centro de Tratamento Intensivo – o seu estado ainda é grave, mas estaria estabilizado.

A defesa da convocação de uma greve geral foi um dos pontos mais marcantes da marcha a Brasília que defendeu o fim das reformas e do próprio governo de Michel Temer. Não havia, até aquela altura, acordo entre as centrais quanto a isso. A CSP-Conlutas (Central Sindical e Popular) já defendia a realização imediata de uma greve geral de 48 horas.

Em 28 de abril, as centrais promoveram o que foi considerado por muitos uma das mais fortes manifestações da historia dos trabalhadores do país com a greve geral de 24 horas, também contra as reformas mas ainda sem a bandeira unitária do “Fora Temer”.

Na reunião das centrais, realizada na segunda-feira (29), em São Paulo, na sede da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), não houve acordo quanto à defesa da convocação de eleições diretas antecipadas no pais.


Hélcio Duarte Filho
Luta Fenajufe Notícias

31/05/2017
  
 
   
 
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