Paraná, | Visitantes: 4529516 | Visitantes On-line: 5 | Home | Contato
NOTÍCIAS | ESPAÇO CULTURAL | TV SINJUTRA | CARREIRA | CONVÊNIOS | PERMUTAS | LUTAFENAJUFE | CONTAS | FÓRUM | FOTOS | CARTILHA DA GREVE
   
 
 

"Sinjutra Pratica Responsabilidade Social e Sustentabilidade"
 

   

» Servidores da JT protestam em Curitiba em dia de Greve Geral contra a PEC 6/2019


Ato unificado de centrais sindicais reúne milhares em mobilização no Centro e Centro Cívico da cidade

Os servidores da Justiça do Trabalho do Paraná atenderam ao chamado das centrais sindicais que, promoveram protestos em todo país, e saíram às ruas, na sexta-feira (14), em dia de Greve Geral contra a PEC 6/2019 (Reforma da Previdência). A adesão à greve se deu em assembleia realizada pelo Sinjutra no dia 14 de maio. A concentração dos servidores ocorreu em frente ao prédio administrativo da Alameda Dr Carlos de Carvalho, nº 528. De lá, seguiram de ônibus para o início do ato unificado, no Centro Cívico.


Foram três os principais pontos de protesto em Curitiba: Praça Nossa Senhora de Salete (Centro Cívico), Praça Santos Andrade e Boca Maldita. Ruas importantes foram bloqueadas, como a Avenida Cândido de Abreu e a Rua Marechal Deodoro, entre outras.



O ato que pedia o fim da reforma da Previdência, empregos sem retirada de direitos e protestava contra os cortes da educação teve início às 10h na Praça Nossa Senhora de Salete. Às 12h, os manifestantes saíram em passeata até a Praça Santos Andrade. Mais tarde, por volta das 15h, novamente em passeata, o grupo seguiu até a Boca Maldita.

Alternativas econômicas à reforma da Previdência

Do alto do carro som, o coordenador do Sinjutra Renato Moreira Filho falou aos manifestantes e criticou duramente a reforma. Enumerou uma série de questões como alternativas econômicas à PEC, entre elas a cobrança dos grandes devedores da Previdência – apenas um banco deve R$ 25 bi. Defendeu a auditoria da dívida pública - divida essa que consome 40,66 do orçamento da união, maior parte gasto com juros e amortização e que, segundo muitos analistas, já teria sido boa parte paga. Daí o sentido de se propor uma auditoria da dívida. Outro ponto importante citado pelo coordenador do sindicato foi os desvios de recursos por meio da DRU (Desvinculação de Receitas da União). Esse mecanismo permite ao governo federal usar livremente 20% de todos os tributos federais vinculados por lei a fundos ou despesas. A principal fonte de recursos da DRU são as contribuições sociais, que respondem a cerca de 90% do montante desvinculado. De acordo com levantamento dos consultores de Orçamento e Fiscalização Financeira do Congresso Nacional, desde 2008 a DRU reduziu as contas da Seguridade Social em mais de R$ 500 bilhões. Em 2016, foram retirados R$ 92 bilhões.

Os argumentos também foram utilizados pela servidora Adryeli de Camargo que, representando o sindicato, esteve em setores administrativos e varas do Trabalho convidando os colegas para participarem da greve nos dias que antecederam o movimento.

Houve também protestos em outras cidades do estado, como Londrina e Maringá. Nesta, servidores da Justiça do Trabalho participaram das atividades do ato unificado. 



Servidores da JT de Maringá durante os protestos na cidade

17/06/2019
  
 
   
 
 
Análise PEC 6/2019 – Reforma da Previdência.
 
 
Buscar
 
 
E-Mail:
Senha:
Lembrar Senha
 
 
 
 
E-mail:
Envie sua carta...
 
TV Sinjutra
Responsabilidade Social