Sinjutra participa da XXV Plenária Nacional da Fenajufe
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O Sinjutra esteve presente na XXV Plenária da Fenajufe realizada entre os dias 4 e 7 de junho, em Salvador (BA). A coordenadora-geral Jandair Fernandes Neubauer falou à Fenajufe no início do evento. Além da reestruturação da carreira e da valorização do conjunto dos servidores, ativos e aposentados, ela trouxe à tona a urgência de incluir nos debates o reenquadramento dos auxiliares.
Participaram pelo sindicato o também coordenador-geral Miguel Szollosi, as servidoras Maria Rosemarie Renno e Rosângela da Costa e o servidor Osmar Covalchuk.
A partir da necessidade de intensificar a mobilização pela derrubada dos vetos aos reajustes do PJU e do MPU e de aumentar a pressão para que o Supremo Tribunal Federal (STF) envie ao Congresso Nacional o anteprojeto de reestruturação das carreiras, a plenária aprovou um calendário de mobilização.
Confira as datas:
- 1° de julho – Dia Nacional de Luta nos estados (Apresenta/Envia STF! Derrubada dos vetos!);
- 2ª quinzena de julho/1ª quinzena de agosto – Rodada Nacional de debates sobre carreira nos estados;
- 13 de agosto – Dia de Paralisação Nacional;
- Semana de 17 a 21 de agosto – Rodada nacional de assembleia para avaliação;
- 22 de agosto – Reunião do Conselho Deliberativo de Entidades (CDE).
O plano de lutas, deliberação fundamental das plenárias da Fenajufe, foi aprovado da seguinte forma:
- Derrubada dos vetos 45, 17 e 12 pela garantia dos reajustes de 2027 e 2028;
- Envio ao Congresso um projeto de reestruturação de carreira com sobreposição das tabelas entre os cargos: partindo dos salários do ciclo de gestão pra analistas, 85% para técnicos e 70% para auxiliares;
- Não vinculação salarial a metas e premiação produtivista;
- Mais verbas para a saúde, com isonomia entre servidores/as e juízes/as;
- Auxílio-nutrição para aposentados/as e pensionistas;
- Concursos públicos e preenchimento de todas as vagas no PJU e MPU, contra a residência jurídica;
- Combate ao assédio moral, sexual, capacitista, racista, LGBTfóbico e machista;
- Combate à reforma administrativa (PEC 32 e PEC 38), assim como qualquer retrocesso aos serviços públicos e direitos de seus trabalhadores de trabalhadoras;
- Aprovação do projeto de regulamentação da convenção 151 da OIT nas três esferas com liberação de dirigentes sindicais com ônus para os órgãos e efetivo compromisso com os termos da negociação;
- Apoio à luta pelo fim da escala 6×1 e redução da jornada de trabalho para 40 horas que beneficiará mais de 30 milhões de trabalhadores brasileiros;
- Contra a pejotização irrestrita, em defesa da competência da Justiça do Trabalho, propor, apoiar e participar em audiências públicas com esse conteúdo.